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prasmenininhas:

De vez em quando eu vou ficar esperando você numa tarde cinzenta de inverno, bem no meio duma praça, então os meus braços não vão ser suficientes para abraçar você e a minha voz vai querer dizer tanta, mas tanta coisa que eu vou ficar calada um tempo enorme. Só olhando você, sem dizer nada, só olhando e pensando: Meu Deus, mas como você me dói de vez em quando.

CFA

Ele me conta…

‎”Ele me conta das meninas, eu conto dos caras. Eu acho engraçado quando ele fala “ah, enjoei, ela era meio sem assunto” e olha pra mim com saudade. Ele também ri quando eu digo “ah, ele não entendeu nada” e olho pra ele sabendo que ele também não entende, mas pelo menos não vai embora. Ou vai mas sempre volta. Não temos ciúmes e nem posse porque somos pra sempre. Ainda que ele case, more na Bósnia,… Somos pra sempre.” 

cakeless:

Obligatory christmas video is obligatory.

(Source: bonvivantx)

prasmenininhas:

Você pode ir embora e nunca mais ser a mesma.
Você pode voltar e nada ser como antes.
Você pode até ficar, pra que nada mude, mas aí é você que não vai se conformar com isso.
Você pode sofrer por perder alguém.
Você pode até lembrar com carinho ou orgulho de algum momento importante na sua vida: formatura, casamento, aprovação no vestibular ou a festa mais linda que já tenha ido, mas o que vai te fazer falta mesmo, o que vai doer bem fundo, é a saudade dos momentos simples:
Da sua mãe te chamando pra acordar,
Do seu pai te levando pela mão,
Dos desenhos animados com seu irmão,
Do caminho pra casa com os amigos e a diversão natural
Do cheiro que você sentia naquele abraço,
Da hora certinha em que ele sempre aparecia pra te ver,
E como ele te olhava com aquela cara de coitado pra te derreter.
De qualquer forma, não esqueça das seguintes verdades:
Não faça nada que não te deixe em paz consigo mesma;
Cuidado com o que anda desabafando;
Conte até três (tá certo, se precisar, conte mais);
Antes só do que muito acompanhado;
Esperar não significa inércia, muito menos desinteresse;
Renunciar não quer dizer que não ame;
Abrir mão não quer dizer que não queira;
O tempo ensina, sempre.

Martha Medeiros

 

E dói lá no fundo. Uma dor que não sei de onde vem, extremamente monstruosa e cada vez menos suportável. Aumenta a cada dia que se passa; um fluxo constante, um ciclo vicioso, uma esperança inacabada.

Longe daqueles que me faziam aguentar, demonstrando -ou tentando- uma força e um humor inabalável que, na verdade, não existem. Uma estranha armadura, rígida, íntegra e, ao mesmo tempo, fraca. De que adianta enganar os outros enquanto você está se despedaçando por dentro?

Abandonar tudo de mais precioso que você possui e por vontade própria é algo indescritível. Abrir mão de milhões de coisas por um sonho -que tem chances de não se realizar- é arriscado e milhões de vezes mais difícil do que o pensamento do ser humano é capaz de atingir. 

Descobri um medo que pensava não existir.

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